RÁDIO COM MISSA NUMA LOJA CHINESA
CHINA NÃO TEM RELIGIÃO?
Militantes cantam canções revolucionárias durante as celebrações dos 90 anos da fundação do Partido Comunista Chinês Fotografia © Jason Lee - Reuters
CHINA NÃO TEM RELIGIÃO?
Esta semana, na Figueira da Foz, em Agosto sexta dia 31 de 2012 entrei numa loja chinesa e estava a rádio a dar a missa em altos berros.
Eu nem conseguia me concentrar para saber o que queria com as orações católicas.
Incomodada perguntei ao dono se ele era católico. Ele rindo, disse e corretamente que a maioria dos chineses, pelo menos, em Portugal, não tinham religião. Ele simplesmente nem se dava conta que estava a dar a missa na rádio. Gostava de ser assim tão insensível às questões religiosas.
A china comunista fez isso pelo povo chinês limpou a religião da mente deles. Mas que espiritualidade terão este povo? Será que eles só pensam mesmo em trabalho? Uma coisa boa os chineses têm. São cumpridores nas contras, trabalhadores e nunca vi nenhum pedinte chinês. Prostitutas também é raro as ver na raça chinesa. Afinal a neutralidade em questões religiosas não torna o povo ruim.
Eu nem conseguia me concentrar para saber o que queria com as orações católicas.
Incomodada perguntei ao dono se ele era católico. Ele rindo, disse e corretamente que a maioria dos chineses, pelo menos, em Portugal, não tinham religião. Ele simplesmente nem se dava conta que estava a dar a missa na rádio. Gostava de ser assim tão insensível às questões religiosas.
A china comunista fez isso pelo povo chinês limpou a religião da mente deles. Mas que espiritualidade terão este povo? Será que eles só pensam mesmo em trabalho? Uma coisa boa os chineses têm. São cumpridores nas contras, trabalhadores e nunca vi nenhum pedinte chinês. Prostitutas também é raro as ver na raça chinesa. Afinal a neutralidade em questões religiosas não torna o povo ruim.
A maioria dos chineses saciem do seu por causa das exigências do estado. No entanto aquilo que lhe ensinaram no que respeita à religião eles trazem consigo
Os militantes do Partido Comunista Chinês estão proibidos de seguir qualquer religião, devendo pelo contrário promover o marxismo e o ateísmo, proclamou um responsável da organização citado hoje na imprensa oficial.
"Se o Partido levantasse a proibição (de seguir uma religião), como algumas sugerem, isso teria perniciosas consequências", escreveu Zhu Weiqun, vice-ministro do departamento do Comité Central do PCC encarregue dos contactos com setores exteriores ao Partido (a chamada Frente Unida).
"Os organizações do Partido ficariam altamente enfraquecidas na luta contra o separatismo" se os seus membros se convertessem a uma religião, argumentou o responsável.
Zhu Weiquan referia-se em particular ao Tibete e a Xinjiang, duas regiões maioritariamente habitadas por etnias de religião budista ou muçulmana, e onde "as forças hostis, internas e externas, fazem tudo o que podem para usar a religião para atividades separatistas".
"Não é por acaso que as organizações do Partido em Xinjiang e no Tibete, onde a luta anti-secessão é mais aguda, advoguem tão nitidamente que os seus membros não devem acreditar em nenhuma religião", acrescentou.
A liberdade de religião está consagrada na Constituição chinesa, mas os membros do PCC - mais de 80 milhões - têm de seguir "a visão marxista do mundo" e "não podem participar em actividades religiosas", realçou Zhu Weiqun, num artigo publicado no quinzenário Procurar a Verdade, o nome da revista teórica do Comité Central do PCC.
"Os organizações do Partido ficariam altamente enfraquecidas na luta contra o separatismo" se os seus membros se convertessem a uma religião, argumentou o responsável.
Zhu Weiquan referia-se em particular ao Tibete e a Xinjiang, duas regiões maioritariamente habitadas por etnias de religião budista ou muçulmana, e onde "as forças hostis, internas e externas, fazem tudo o que podem para usar a religião para atividades separatistas".
"Não é por acaso que as organizações do Partido em Xinjiang e no Tibete, onde a luta anti-secessão é mais aguda, advoguem tão nitidamente que os seus membros não devem acreditar em nenhuma religião", acrescentou.
A liberdade de religião está consagrada na Constituição chinesa, mas os membros do PCC - mais de 80 milhões - têm de seguir "a visão marxista do mundo" e "não podem participar em actividades religiosas", realçou Zhu Weiqun, num artigo publicado no quinzenário Procurar a Verdade, o nome da revista teórica do Comité Central do PCC.

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